A América do Sul volta a respirar Libertadores! A partir desta quarta-feira, dia 18, começa mais uma edição do torneio mais pesado do continente. Só que, nos últimos anos, tem um roteiro que se repete: o Brasil virou o principal protagonista da competição.
E não dá pra contestar. A hegemonia verde e amarela colocou os clubes brasileiros no topo, chegando forte nas fases decisivas, com elencos caros, times mais profundos e uma intensidade que tem feito a diferença, principalmente quando o mata-mata começa.
Por isso, pra essa nova Libertadores, o cenário já tá desenhado: os brasileiros entram como favoritos, mas também como os mais pressionados. Em campo, todo mundo vai jogar “a final” quando encarar um time do Brasil, porque hoje o caminho do título passa por derrubar essa força.
Agora fica a grande pergunta: vai ser mais um ano de domínio brasileiro ou algum gigante de fora consegue quebrar essa sequência e mudar o jogo?
Libertadores é isso: viagem, pressão, estádio pegando fogo, erro zero e emoção até o último minuto. A bola vai rolar… e o Brasil, de novo, começa como o time a ser batido.
E não dá pra contestar. A hegemonia verde e amarela colocou os clubes brasileiros no topo, chegando forte nas fases decisivas, com elencos caros, times mais profundos e uma intensidade que tem feito a diferença, principalmente quando o mata-mata começa.
Por isso, pra essa nova Libertadores, o cenário já tá desenhado: os brasileiros entram como favoritos, mas também como os mais pressionados. Em campo, todo mundo vai jogar “a final” quando encarar um time do Brasil, porque hoje o caminho do título passa por derrubar essa força.
Agora fica a grande pergunta: vai ser mais um ano de domínio brasileiro ou algum gigante de fora consegue quebrar essa sequência e mudar o jogo?
Libertadores é isso: viagem, pressão, estádio pegando fogo, erro zero e emoção até o último minuto. A bola vai rolar… e o Brasil, de novo, começa como o time a ser batido.












