Desde o início de janeiro, a Secretaria Municipal de Saúde de Mogi Mirim está realizando a Avaliação de Densidade Larvária, a ADL, em vários bairros da cidade. O objetivo é identificar focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela, e agir rápido para evitar novos surtos da doença.
A ação começou no dia 5 e segue até o dia 30 deste mês. A meta é vistoriar cerca de mil e oitocentos imóveis na área urbana, escolhidos de forma aleatória. Durante as visitas, os agentes de saúde verificam pneus, garrafas, vasos de plantas, calhas, ralos e qualquer recipiente que possa acumular água parada.
Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde do município, a médica veterinária Vivian Delalibera Custódio, o trabalho segue rigorosamente as orientações da Secretaria de Estado da Saúde. Com os dados da ADL, é possível direcionar melhor as ações, reforçando o combate nas áreas com maior infestação.
Vivian lembra que cerca de 80% dos focos do mosquito estão nos quintais das casas. Por isso, a participação da população é fundamental: manter o quintal limpo, tampar caixas d’água e eliminar qualquer água parada.
Ela destaca ainda que, com a ADL, o empenho dos moradores e a chegada da vacina do Butantan, Mogi Mirim pode evitar uma nova epidemia como a de 2025. Enquanto isso, os pais devem procurar as UBS para vacinar jovens de 10 a 14 anos com a Qdenga, reforçando a proteção contra a dengue.
A ação começou no dia 5 e segue até o dia 30 deste mês. A meta é vistoriar cerca de mil e oitocentos imóveis na área urbana, escolhidos de forma aleatória. Durante as visitas, os agentes de saúde verificam pneus, garrafas, vasos de plantas, calhas, ralos e qualquer recipiente que possa acumular água parada.
Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde do município, a médica veterinária Vivian Delalibera Custódio, o trabalho segue rigorosamente as orientações da Secretaria de Estado da Saúde. Com os dados da ADL, é possível direcionar melhor as ações, reforçando o combate nas áreas com maior infestação.
Vivian lembra que cerca de 80% dos focos do mosquito estão nos quintais das casas. Por isso, a participação da população é fundamental: manter o quintal limpo, tampar caixas d’água e eliminar qualquer água parada.
Ela destaca ainda que, com a ADL, o empenho dos moradores e a chegada da vacina do Butantan, Mogi Mirim pode evitar uma nova epidemia como a de 2025. Enquanto isso, os pais devem procurar as UBS para vacinar jovens de 10 a 14 anos com a Qdenga, reforçando a proteção contra a dengue.












