O clima de guerra no Oriente Médio impactou diretamente o planejamento logístico da Fórmula 1 para a abertura da temporada 2026.
Com a intensificação do conflito envolvendo Estados Unidos, Irã e Israel, a categoria precisou agir rapidamente para garantir a segurança de pilotos e funcionários antes do GP da Austrália, marcado para o dia 8 de março.
Segundo o boletim, cerca de mil profissionais ligados à operação da F1 tiveram os voos remanejados às pressas para contornar o fechamento de trechos do espaço aéreo em rotas estratégicas.
Metade do contingente foi enviada à Austrália em voos particulares, como medida emergencial para manter a montagem e a preparação do evento dentro do prazo.
Apesar do cenário de instabilidade, a Fórmula 1 afirma que, por enquanto, o calendário oficial está mantido. Depois da etapa australiana, a previsão é de sequência na Ásia, com viagens para China e Japão.
Na sequência, o campeonato entra na perna do Oriente Médio, com etapas previstas no Bahrein e na Arábia Saudita.
Esse trecho, no entanto, segue sob monitoramento e depende da evolução do conflito e das condições de segurança e logística para deslocamentos internacionais.
Com a intensificação do conflito envolvendo Estados Unidos, Irã e Israel, a categoria precisou agir rapidamente para garantir a segurança de pilotos e funcionários antes do GP da Austrália, marcado para o dia 8 de março.
Segundo o boletim, cerca de mil profissionais ligados à operação da F1 tiveram os voos remanejados às pressas para contornar o fechamento de trechos do espaço aéreo em rotas estratégicas.
Metade do contingente foi enviada à Austrália em voos particulares, como medida emergencial para manter a montagem e a preparação do evento dentro do prazo.
Apesar do cenário de instabilidade, a Fórmula 1 afirma que, por enquanto, o calendário oficial está mantido. Depois da etapa australiana, a previsão é de sequência na Ásia, com viagens para China e Japão.
Na sequência, o campeonato entra na perna do Oriente Médio, com etapas previstas no Bahrein e na Arábia Saudita.
Esse trecho, no entanto, segue sob monitoramento e depende da evolução do conflito e das condições de segurança e logística para deslocamentos internacionais.












