O futebol feminino brasileiro tá em outro nível e os números de 2025 comprovam: os 16 clubes da Série A1 do Brasileirão Feminino estamparam 92 patrocinadores distintos em seus uniformes ao longo da temporada.
A pesquisa “Mapa do Patrocínio Feminino”, feita pelo Ibope em parceria com a Repucom, traz um dado que enterra qualquer discurso de que o futebol feminino é “ativo secundário”: metade das marcas que patrocinam os times atua exclusivamente na modalidade feminina.
Isso mesmo. Não é marca que investe no masculino e “aproveita” pra aparecer no feminino. É marca que escolheu o futebol feminino como plataforma principal pra construir imagem, associar valores e se conectar com o público.
Esse movimento mostra que a modalidade deixou de ser complemento e virou ecossistema próprio, com público fiel, narrativas fortes e ativos comerciais que se sustentam sozinhos.
E com 2026 chegando, a expectativa é de ainda mais marcas entrando na jogada, mais investimento, mais visibilidade e muito mais disputa dentro de campo.
O crescimento é real. O momento é agora. E a promessa é de que 2026 seja o ano mais forte da história do futebol feminino brasileiro.
E aí, você acha que o futebol feminino já virou prioridade pra grandes marcas ou ainda tem resistência no mercado? Comenta aqui embaixo!
A pesquisa “Mapa do Patrocínio Feminino”, feita pelo Ibope em parceria com a Repucom, traz um dado que enterra qualquer discurso de que o futebol feminino é “ativo secundário”: metade das marcas que patrocinam os times atua exclusivamente na modalidade feminina.
Isso mesmo. Não é marca que investe no masculino e “aproveita” pra aparecer no feminino. É marca que escolheu o futebol feminino como plataforma principal pra construir imagem, associar valores e se conectar com o público.
Esse movimento mostra que a modalidade deixou de ser complemento e virou ecossistema próprio, com público fiel, narrativas fortes e ativos comerciais que se sustentam sozinhos.
E com 2026 chegando, a expectativa é de ainda mais marcas entrando na jogada, mais investimento, mais visibilidade e muito mais disputa dentro de campo.
O crescimento é real. O momento é agora. E a promessa é de que 2026 seja o ano mais forte da história do futebol feminino brasileiro.
E aí, você acha que o futebol feminino já virou prioridade pra grandes marcas ou ainda tem resistência no mercado? Comenta aqui embaixo!












