Gente, bora falar de Paolla Oliveira e o tal “caminhão de flores” que viralizou nos últimos dias?
Então… semana passada saiu por aí que ela tinha recebido em casa um caminhão de flores, com 12 mil rosas, mil buquês, presente de um admirador secreto riquíssimo, que teria gastado mais de 10 mil reais. Pois bem: Paolla foi às redes sociais e resolveu colocar os pingos nos is.
Primeiro: não teve caminhão nenhum. Segundo ela, foram uns 30 buquês, no máximo. Já começa por aí a diferença entre a fofoca e a realidade, né?
Só que o mais grave não é isso. Ela contou que alguém descobriu o endereço da casa dela sem permissão, mandou essas flores e ainda deixou a situação vazar pra imprensa e pra internet. Ou seja: não foi um gesto romântico, foi uma baita invasão de privacidade.
Paolla disse que se sentiu invadida, que esse tipo de atitude passa a imagem de que, porque a mulher tá solteira, tá disponível pra qualquer coisa. E não é assim que funciona. Não é porque são flores que tá tudo bem. Se a pessoa não autorizou, se não se sente confortável, é assustador mesmo.
E você, de que lado fica nessa história: “ai, que romântico” ou “passou dos limites”?
Então… semana passada saiu por aí que ela tinha recebido em casa um caminhão de flores, com 12 mil rosas, mil buquês, presente de um admirador secreto riquíssimo, que teria gastado mais de 10 mil reais. Pois bem: Paolla foi às redes sociais e resolveu colocar os pingos nos is.
Primeiro: não teve caminhão nenhum. Segundo ela, foram uns 30 buquês, no máximo. Já começa por aí a diferença entre a fofoca e a realidade, né?
Só que o mais grave não é isso. Ela contou que alguém descobriu o endereço da casa dela sem permissão, mandou essas flores e ainda deixou a situação vazar pra imprensa e pra internet. Ou seja: não foi um gesto romântico, foi uma baita invasão de privacidade.
Paolla disse que se sentiu invadida, que esse tipo de atitude passa a imagem de que, porque a mulher tá solteira, tá disponível pra qualquer coisa. E não é assim que funciona. Não é porque são flores que tá tudo bem. Se a pessoa não autorizou, se não se sente confortável, é assustador mesmo.
E você, de que lado fica nessa história: “ai, que romântico” ou “passou dos limites”?












