A crise política na FIFA ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira.
UEFA, Concacaf e Confederação Asiática de Futebol, a AFC, divulgaram uma carta conjunta criticando a condução da entidade e questionando a liderança do presidente Gianni Infantino.
As três confederações classificaram como uma grave falha de julgamento a tentativa da FIFA de criar uma empresa para comercializar ativos de suas principais competições. O projeto, chamado FIFA Forward Enterprise, previa a participação de investidores privados em uma empresa responsável por operações comerciais e eventos, incluindo direitos relacionados à Copa do Mundo e ao Mundial de Clubes.
A proposta provocou forte reação no futebol internacional. A UEFA chegou a ameaçar um boicote às competições da FIFA. Concacaf e AFC também se posicionaram contra a iniciativa. Diante da pressão, Infantino desistiu do projeto poucos dias depois de sua apresentação.
Na nova carta, porém, as três confederações afirmam que o fim do projeto não encerra a discussão. Os dirigentes defendem uma investigação independente sobre o caso e criticam a revisão interna anunciada pela própria FIFA.
A UEFA, a Concacaf e a AFC também afirmam que o problema não está relacionado à distribuição de dinheiro, vagas em competições ou escolha das sedes das próximas Copas do Mundo, mas à governança e à transparência da entidade.
Enquanto isso, Infantino ainda conta com apoio importante no futebol internacional. A Confederação Africana, a CAF, reafirmou apoio ao presidente. A Conmebol também pediu união entre as entidades antes da eleição presidencial.
Infantino já anunciou que pretende buscar a reeleição em 2027.
O cenário, portanto, é de divisão no futebol mundial. De um lado, UEFA, Concacaf e AFC pressionam por mudanças e por uma investigação independente. Do outro, Infantino mantém o apoio de parte das confederações e associações nacionais.
A crise promete ganhar novos capítulos até a eleição presidencial da FIFA.
UEFA, Concacaf e Confederação Asiática de Futebol, a AFC, divulgaram uma carta conjunta criticando a condução da entidade e questionando a liderança do presidente Gianni Infantino.
As três confederações classificaram como uma grave falha de julgamento a tentativa da FIFA de criar uma empresa para comercializar ativos de suas principais competições. O projeto, chamado FIFA Forward Enterprise, previa a participação de investidores privados em uma empresa responsável por operações comerciais e eventos, incluindo direitos relacionados à Copa do Mundo e ao Mundial de Clubes.
A proposta provocou forte reação no futebol internacional. A UEFA chegou a ameaçar um boicote às competições da FIFA. Concacaf e AFC também se posicionaram contra a iniciativa. Diante da pressão, Infantino desistiu do projeto poucos dias depois de sua apresentação.
Na nova carta, porém, as três confederações afirmam que o fim do projeto não encerra a discussão. Os dirigentes defendem uma investigação independente sobre o caso e criticam a revisão interna anunciada pela própria FIFA.
A UEFA, a Concacaf e a AFC também afirmam que o problema não está relacionado à distribuição de dinheiro, vagas em competições ou escolha das sedes das próximas Copas do Mundo, mas à governança e à transparência da entidade.
Enquanto isso, Infantino ainda conta com apoio importante no futebol internacional. A Confederação Africana, a CAF, reafirmou apoio ao presidente. A Conmebol também pediu união entre as entidades antes da eleição presidencial.
Infantino já anunciou que pretende buscar a reeleição em 2027.
O cenário, portanto, é de divisão no futebol mundial. De um lado, UEFA, Concacaf e AFC pressionam por mudanças e por uma investigação independente. Do outro, Infantino mantém o apoio de parte das confederações e associações nacionais.
A crise promete ganhar novos capítulos até a eleição presidencial da FIFA.












