Trocar de categoria em busca de cinturão virou tendência no UFC nos últimos anos. E mesmo não sendo o modelo favorito de Dana White, o presidente da organização já deixou claro que pode abrir exceções quando existe justificativa esportiva e apelo real de competição.
E é exatamente aí que entra o brasileiro Alex “Poatan” Pereira. Um dos nomes mais impactantes da atualidade, ele volta a colocar no radar um objetivo que pouca gente sequer ousa mirar: a chance de conquistar um terceiro título em divisões diferentes dentro do UFC.
A trajetória do Poatan na organização já é, por si só, fora da curva. Ele chegou ao Ultimate e rapidamente alcançou o topo. Conquistou o cinturão dos médios ao vencer Israel Adesanya, num dos capítulos mais marcantes da rivalidade entre os dois. Mas a resposta veio na revanche imediata, quando o brasileiro acabou perdendo o posto.
Sem se abalar, Poatan tomou uma decisão ousada: subir para os meio-pesados. E o resultado foi imediato. Ele se adaptou, manteve a força como principal arma e voltou a chegar ao topo da categoria, colocando seu nome entre os campeões mais perigosos do plantel.
Agora, depois de mais um grande resultado no octógono, o brasileiro sinalizou que pode buscar um novo salto de divisão, mirando desafios ainda maiores — e, claro, a chance de escrever história com um terceiro cinturão.
A bola está com o UFC: entender o melhor encaixe, avaliar o momento do ranking e decidir se existe o “ok” esportivo para mais uma subida. Se acontecer, é mais um capítulo gigante na carreira de Poatan — e um dos movimentos mais aguardados do ano no MMA.
E é exatamente aí que entra o brasileiro Alex “Poatan” Pereira. Um dos nomes mais impactantes da atualidade, ele volta a colocar no radar um objetivo que pouca gente sequer ousa mirar: a chance de conquistar um terceiro título em divisões diferentes dentro do UFC.
A trajetória do Poatan na organização já é, por si só, fora da curva. Ele chegou ao Ultimate e rapidamente alcançou o topo. Conquistou o cinturão dos médios ao vencer Israel Adesanya, num dos capítulos mais marcantes da rivalidade entre os dois. Mas a resposta veio na revanche imediata, quando o brasileiro acabou perdendo o posto.
Sem se abalar, Poatan tomou uma decisão ousada: subir para os meio-pesados. E o resultado foi imediato. Ele se adaptou, manteve a força como principal arma e voltou a chegar ao topo da categoria, colocando seu nome entre os campeões mais perigosos do plantel.
Agora, depois de mais um grande resultado no octógono, o brasileiro sinalizou que pode buscar um novo salto de divisão, mirando desafios ainda maiores — e, claro, a chance de escrever história com um terceiro cinturão.
A bola está com o UFC: entender o melhor encaixe, avaliar o momento do ranking e decidir se existe o “ok” esportivo para mais uma subida. Se acontecer, é mais um capítulo gigante na carreira de Poatan — e um dos movimentos mais aguardados do ano no MMA.













