O Salão Vermelho da Estação Educação recebeu, na manhã desta terça-feira, uma oficina regional de manejo clínico de arboviroses, promovida pelo Grupo de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, de São João da Boa Vista, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde.
A capacitação reuniu médicos e enfermeiros de vários municípios da Baixa Mogiana para aprimorar o atendimento a pacientes com doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana.
A oficina foi conduzida pelo médico infectologista Abrahão Bueno Garcia, que destacou a dengue como principal foco devido ao aumento de casos. Segundo ele, o maior desafio da rede de saúde é identificar precocemente os casos suspeitos e iniciar o cuidado desde os primeiros sintomas, evitando a evolução para quadros graves.
Durante o encontro, foram abordados temas como histórico e transmissão da doença, biologia dos ovos do mosquito, sorotipos do vírus, reações do organismo, estágios da dengue, sinais e sintomas, além da importância da anamnese e da organização adequada da assistência.
O especialista também alertou para os riscos da reinfecção, lembrando que uma segunda infecção pode aumentar significativamente a gravidade, e reforçou os cuidados necessários também com as demais arboviroses.
A capacitação reuniu médicos e enfermeiros de vários municípios da Baixa Mogiana para aprimorar o atendimento a pacientes com doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana.
A oficina foi conduzida pelo médico infectologista Abrahão Bueno Garcia, que destacou a dengue como principal foco devido ao aumento de casos. Segundo ele, o maior desafio da rede de saúde é identificar precocemente os casos suspeitos e iniciar o cuidado desde os primeiros sintomas, evitando a evolução para quadros graves.
Durante o encontro, foram abordados temas como histórico e transmissão da doença, biologia dos ovos do mosquito, sorotipos do vírus, reações do organismo, estágios da dengue, sinais e sintomas, além da importância da anamnese e da organização adequada da assistência.
O especialista também alertou para os riscos da reinfecção, lembrando que uma segunda infecção pode aumentar significativamente a gravidade, e reforçou os cuidados necessários também com as demais arboviroses.













