Fala, galera do esporte! Um encontro em Brasília rendeu uma cena curiosa envolvendo Seleção Brasileira, CBF, FIFA… e Corinthians.
Na última segunda-feira, no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o técnico Carlo Ancelotti e, em tom de brincadeira, fez um pedido que rapidamente virou assunto nas redes: “Quando terminar o seu contrato com a Seleção Brasileira, por favor, vá treinar o Corinthians”.
A reunião teve presença de nomes importantes do futebol, como Samir Shahoud, presidente da CBF, e Gianni Infantino, presidente da FIFA. E, apesar do clima descontraído da fala do Lula, a pauta foi bem séria: dois temas principais dominaram a conversa.
O primeiro foi a Copa do Mundo Feminina de 2027, que o Brasil quer sediar, com a proposta de realizar o torneio em oito cidades-sede e usando estruturas já consolidadas. O segundo assunto foi a preparação da Seleção masculina para a Copa do Mundo de 2026, que acontece nos Estados Unidos, México e Canadá.
E aí fica a resenha: se a torcida do Corinthians se empolgou com a “sugestão”, quem deve ter soltado um sorriso foi o treinador que está no cargo hoje — porque ouvir o nome do Ancelotti nesse contexto não é todo dia, né, torcedor?
Na última segunda-feira, no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o técnico Carlo Ancelotti e, em tom de brincadeira, fez um pedido que rapidamente virou assunto nas redes: “Quando terminar o seu contrato com a Seleção Brasileira, por favor, vá treinar o Corinthians”.
A reunião teve presença de nomes importantes do futebol, como Samir Shahoud, presidente da CBF, e Gianni Infantino, presidente da FIFA. E, apesar do clima descontraído da fala do Lula, a pauta foi bem séria: dois temas principais dominaram a conversa.
O primeiro foi a Copa do Mundo Feminina de 2027, que o Brasil quer sediar, com a proposta de realizar o torneio em oito cidades-sede e usando estruturas já consolidadas. O segundo assunto foi a preparação da Seleção masculina para a Copa do Mundo de 2026, que acontece nos Estados Unidos, México e Canadá.
E aí fica a resenha: se a torcida do Corinthians se empolgou com a “sugestão”, quem deve ter soltado um sorriso foi o treinador que está no cargo hoje — porque ouvir o nome do Ancelotti nesse contexto não é todo dia, né, torcedor?












