A Copa do Mundo de 2026 terminou neste domingo com números históricos, grandes emoções e muita repercussão dentro e fora dos gramados.
A edição, considerada a maior da história, reuniu 48 seleções, contou com 104 partidas e bateu o recorde de gols em um Mundial: foram 308 bolas na rede, com média de quase três gols por jogo.
Outro número impressionante foi o público. Cerca de 6,8 milhões de torcedores acompanharam as partidas nos estádios, quase o dobro do recorde anterior, registrado na Copa de 1994, também realizada nos Estados Unidos.
Mas a competição também ficou marcada por debates e polêmicas. O alto preço dos ingressos gerou críticas antes do início do torneio, principalmente pelo modelo de valores variáveis conforme a procura.
Dentro de campo, uma das novidades foram as pausas para hidratação, que dividiram os jogos em momentos diferentes e geraram discussões entre torcedores e especialistas sobre o futuro da dinâmica das partidas.
A Copa também teve episódios envolvendo a Fifa, o presidente Gianni Infantino e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de decisões que geraram questionamentos durante o campeonato.
Outro destaque foi o número de pênaltis desperdiçados. Das 61 cobranças realizadas durante o torneio, apenas 40 terminaram em gol, o menor aproveitamento desde 1966.
Com recordes, despedidas de grandes craques e mudanças que podem influenciar o futebol dos próximos anos, a Copa do Mundo de 2026 encerra sua história como uma das edições mais marcantes de todos os tempos.
A edição, considerada a maior da história, reuniu 48 seleções, contou com 104 partidas e bateu o recorde de gols em um Mundial: foram 308 bolas na rede, com média de quase três gols por jogo.
Outro número impressionante foi o público. Cerca de 6,8 milhões de torcedores acompanharam as partidas nos estádios, quase o dobro do recorde anterior, registrado na Copa de 1994, também realizada nos Estados Unidos.
Mas a competição também ficou marcada por debates e polêmicas. O alto preço dos ingressos gerou críticas antes do início do torneio, principalmente pelo modelo de valores variáveis conforme a procura.
Dentro de campo, uma das novidades foram as pausas para hidratação, que dividiram os jogos em momentos diferentes e geraram discussões entre torcedores e especialistas sobre o futuro da dinâmica das partidas.
A Copa também teve episódios envolvendo a Fifa, o presidente Gianni Infantino e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de decisões que geraram questionamentos durante o campeonato.
Outro destaque foi o número de pênaltis desperdiçados. Das 61 cobranças realizadas durante o torneio, apenas 40 terminaram em gol, o menor aproveitamento desde 1966.
Com recordes, despedidas de grandes craques e mudanças que podem influenciar o futebol dos próximos anos, a Copa do Mundo de 2026 encerra sua história como uma das edições mais marcantes de todos os tempos.













