Olha esse dado que mexe direto com o bolso de quem é da nossa região: a Sicredi Dexis, cooperativa que atua em 109 municípios do Paraná e de São Paulo, registrou um crescimento de 42% nas contratações de consórcios em 2025.
No total, foram R$ 919 milhões em novos consórcios, fazendo a carteira do produto chegar a R$ 2,935 bilhões. Isso mostra que muita gente está trocando o financiamento tradicional pelo consórcio, principalmente por causa dos juros altos.
Entre os produtos, o consórcio de automóveis liderou as contratações, com R$ 309 milhões. Logo atrás veio o consórcio de imóveis, com R$ 308 milhões. Também cresceu a procura por consórcios de máquinas e equipamentos agrícolas e industriais, um segmento bem ligado à nossa economia local, que depende muito do agronegócio e da indústria.
Outro número que chama atenção é o das contemplações: aumento de 51% em relação ao ano passado. Foram 5.208 liberações de crédito, somando R$ 461 milhões que voltaram para movimentar o comércio e os investimentos aqui na região.
Segundo a cooperativa, o consórcio está ganhando espaço porque não tem juros, apenas uma taxa de administração diluída ao longo do prazo, o que dá mais previsibilidade financeira para os associados.
Ou seja: em um cenário de juros altos, o consórcio virou a bola da vez pra quem quer planejar compra sem apertar tanto o orçamento.
No total, foram R$ 919 milhões em novos consórcios, fazendo a carteira do produto chegar a R$ 2,935 bilhões. Isso mostra que muita gente está trocando o financiamento tradicional pelo consórcio, principalmente por causa dos juros altos.
Entre os produtos, o consórcio de automóveis liderou as contratações, com R$ 309 milhões. Logo atrás veio o consórcio de imóveis, com R$ 308 milhões. Também cresceu a procura por consórcios de máquinas e equipamentos agrícolas e industriais, um segmento bem ligado à nossa economia local, que depende muito do agronegócio e da indústria.
Outro número que chama atenção é o das contemplações: aumento de 51% em relação ao ano passado. Foram 5.208 liberações de crédito, somando R$ 461 milhões que voltaram para movimentar o comércio e os investimentos aqui na região.
Segundo a cooperativa, o consórcio está ganhando espaço porque não tem juros, apenas uma taxa de administração diluída ao longo do prazo, o que dá mais previsibilidade financeira para os associados.
Ou seja: em um cenário de juros altos, o consórcio virou a bola da vez pra quem quer planejar compra sem apertar tanto o orçamento.













