Foi inaugurada nesta semana a Casa da Mulher, um novo serviço regional de acolhimento destinado a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar de Mogi Mirim e Mogi Guaçu. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado de São Paulo, as duas prefeituras e o Consórcio Intermunicipal CEMMIL.
A unidade oferece acolhimento sigiloso, proteção integral e atendimento humanizado para mulheres que precisam deixar o convívio com o agressor. Além de um local seguro, o serviço disponibiliza acompanhamento psicológico, assistência social e apoio de uma equipe multidisciplinar, em conjunto com a rede de saúde, segurança pública e sistema de Justiça.
Ao todo, a Casa da Mulher possui 20 vagas, sendo dez destinadas a cada município. O acolhimento também contempla filhos e dependentes de até 17 anos, garantindo a preservação da unidade familiar durante o período de proteção.
O investimento no projeto é de aproximadamente um milhão e cem mil reais, com metade dos recursos financiados pelo Governo do Estado e o restante dividido entre Mogi Mirim e Mogi Guaçu.
O acesso ao serviço acontece por meio de encaminhamento da rede de proteção, incluindo assistência social, órgãos de segurança pública e o sistema de Justiça. A expectativa é ampliar o atendimento às mulheres em situação de violência e fortalecer as políticas públicas de proteção e acolhimento na região.
A unidade oferece acolhimento sigiloso, proteção integral e atendimento humanizado para mulheres que precisam deixar o convívio com o agressor. Além de um local seguro, o serviço disponibiliza acompanhamento psicológico, assistência social e apoio de uma equipe multidisciplinar, em conjunto com a rede de saúde, segurança pública e sistema de Justiça.
Ao todo, a Casa da Mulher possui 20 vagas, sendo dez destinadas a cada município. O acolhimento também contempla filhos e dependentes de até 17 anos, garantindo a preservação da unidade familiar durante o período de proteção.
O investimento no projeto é de aproximadamente um milhão e cem mil reais, com metade dos recursos financiados pelo Governo do Estado e o restante dividido entre Mogi Mirim e Mogi Guaçu.
O acesso ao serviço acontece por meio de encaminhamento da rede de proteção, incluindo assistência social, órgãos de segurança pública e o sistema de Justiça. A expectativa é ampliar o atendimento às mulheres em situação de violência e fortalecer as políticas públicas de proteção e acolhimento na região.












