O retorno de Rebeca Andrade às competições foi um dos grandes destaques do Pan-Americano de Ginástica Artística. A campeã olímpica voltou a competir após período de preparação e participou apenas da prova do salto, seu principal foco neste momento da temporada.
Mesmo em retorno gradual, Rebeca mostrou segurança e alto nível técnico. Ela executou um salto consistente, cravou a aterrissagem e terminou na liderança da prova, com 14.533 pontos, confirmando que segue entre as melhores do mundo na modalidade.
O desempenho também ajudou a seleção brasileira a conquistar a medalha de prata por equipes, reforçando a importância da atleta mesmo em participação limitada.
Após a competição, o técnico Francisco Porath, o Chico, explicou que o planejamento para Rebeca tem sido extremamente cuidadoso. A prioridade é fortalecer o salto e, ao mesmo tempo, evitar sobrecarga nos demais aparelhos, especialmente devido ao histórico de lesões da ginasta, principalmente nos joelhos.
Segundo ele, a evolução nos outros aparelhos será gradual, sem pressa. A ideia é reconstruir movimentos como as barras assimétricas com segurança, sem comprometer a base do salto, que hoje é a principal arma da atleta.
A comissão técnica também deixou claro que não há expectativa de Rebeca competir em todos os aparelhos neste ano, justamente para preservar sua condição física e garantir longevidade na carreira.
O foco agora está totalmente voltado para o grande objetivo da temporada: o Mundial de Ginástica Artística, que será disputado na Holanda.
A tendência é que Rebeca amplie sua participação nas próximas competições ao longo do segundo semestre, sempre com cautela e controle de carga, em busca de chegar ao Mundial em plena forma e mais uma vez brigar por medalhas para o Brasil.
Mesmo em retorno gradual, Rebeca mostrou segurança e alto nível técnico. Ela executou um salto consistente, cravou a aterrissagem e terminou na liderança da prova, com 14.533 pontos, confirmando que segue entre as melhores do mundo na modalidade.
O desempenho também ajudou a seleção brasileira a conquistar a medalha de prata por equipes, reforçando a importância da atleta mesmo em participação limitada.
Após a competição, o técnico Francisco Porath, o Chico, explicou que o planejamento para Rebeca tem sido extremamente cuidadoso. A prioridade é fortalecer o salto e, ao mesmo tempo, evitar sobrecarga nos demais aparelhos, especialmente devido ao histórico de lesões da ginasta, principalmente nos joelhos.
Segundo ele, a evolução nos outros aparelhos será gradual, sem pressa. A ideia é reconstruir movimentos como as barras assimétricas com segurança, sem comprometer a base do salto, que hoje é a principal arma da atleta.
A comissão técnica também deixou claro que não há expectativa de Rebeca competir em todos os aparelhos neste ano, justamente para preservar sua condição física e garantir longevidade na carreira.
O foco agora está totalmente voltado para o grande objetivo da temporada: o Mundial de Ginástica Artística, que será disputado na Holanda.
A tendência é que Rebeca amplie sua participação nas próximas competições ao longo do segundo semestre, sempre com cautela e controle de carga, em busca de chegar ao Mundial em plena forma e mais uma vez brigar por medalhas para o Brasil.












