Um caso de estelionato está chamando atenção em Mogi Mirim e serve de alerta para quem busca imóvel nas redes sociais.
Pelo menos três pessoas relataram prejuízos após negociações feitas pela internet com um suposto intermediador de aluguel.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito usava um perfil falso no Facebook, em nome de uma mulher já falecida, para anunciar imóveis com valores atrativos.
As vítimas eram convencidas a pagar caução em dinheiro para garantir o imóvel. Em um dos casos, uma pessoa chegou a desembolsar R$ 1.800 após visitar uma casa no Parque das Laranjeiras.
O problema veio depois: as chaves não funcionaram e o contato foi bloqueado.
Outras vítimas relataram situações parecidas, indicando um possível padrão de golpe.
Com apoio da Guarda Civil Municipal, o suspeito foi localizado e levado à delegacia, mas negou participação e não foi preso, já que não houve flagrante.
Agora, o caso será investigado pela Polícia Civil, que apura se há mais envolvidos e outras vítimas.
O alerta fica: desconfie de ofertas muito abaixo do valor de mercado, evite pagamentos antecipados sem contrato e sempre verifique a procedência do anunciante.
Em tempos de golpes cada vez mais comuns nas redes sociais, a atenção pode evitar prejuízos e dores de cabeça.
Pelo menos três pessoas relataram prejuízos após negociações feitas pela internet com um suposto intermediador de aluguel.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito usava um perfil falso no Facebook, em nome de uma mulher já falecida, para anunciar imóveis com valores atrativos.
As vítimas eram convencidas a pagar caução em dinheiro para garantir o imóvel. Em um dos casos, uma pessoa chegou a desembolsar R$ 1.800 após visitar uma casa no Parque das Laranjeiras.
O problema veio depois: as chaves não funcionaram e o contato foi bloqueado.
Outras vítimas relataram situações parecidas, indicando um possível padrão de golpe.
Com apoio da Guarda Civil Municipal, o suspeito foi localizado e levado à delegacia, mas negou participação e não foi preso, já que não houve flagrante.
Agora, o caso será investigado pela Polícia Civil, que apura se há mais envolvidos e outras vítimas.
O alerta fica: desconfie de ofertas muito abaixo do valor de mercado, evite pagamentos antecipados sem contrato e sempre verifique a procedência do anunciante.
Em tempos de golpes cada vez mais comuns nas redes sociais, a atenção pode evitar prejuízos e dores de cabeça.













