O caso de Gerson, atualmente no Cruzeiro, voltou a ganhar força e promete movimentar os bastidores do futebol brasileiro. A defesa do meia acusou o Flamengo de “má-fé” na assinatura do distrato que permitiu sua transferência para o Zenit, da Rússia, em 2025.
Segundo os advogados do jogador, o contrato com o rubro-negro teria sido encerrado legalmente após o pagamento integral da multa rescisória pelo clube russo, mas o Flamengo ainda cobra R$ 42,7 milhões referentes a direitos de imagem. A defesa contesta, alegando que o clube nunca explorou a imagem do jogador e que o contrato de imagem teria servido apenas para driblar encargos trabalhistas.
Além disso, Gerson e seu pai teriam sido induzidos a assinar um documento sem pleno conhecimento, sob a falsa alegação de que se tratava de um procedimento de rotina, segundo a defesa. O Flamengo, por sua vez, sustenta que tem direito aos valores acordados e ainda não se manifestou sobre as novas alegações.
O processo tramita na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro desde janeiro, e os próximos capítulos prometem trazer debates acalorados sobre contratos de imagem e direitos trabalhistas no futebol brasileiro.
Enquanto isso, a torcida e os fãs acompanham atentos cada movimento, lembrando que casos como esse mostram que, fora de campo, o futebol também é marcado por disputas milionárias e estratégias jurídicas.
Segundo os advogados do jogador, o contrato com o rubro-negro teria sido encerrado legalmente após o pagamento integral da multa rescisória pelo clube russo, mas o Flamengo ainda cobra R$ 42,7 milhões referentes a direitos de imagem. A defesa contesta, alegando que o clube nunca explorou a imagem do jogador e que o contrato de imagem teria servido apenas para driblar encargos trabalhistas.
Além disso, Gerson e seu pai teriam sido induzidos a assinar um documento sem pleno conhecimento, sob a falsa alegação de que se tratava de um procedimento de rotina, segundo a defesa. O Flamengo, por sua vez, sustenta que tem direito aos valores acordados e ainda não se manifestou sobre as novas alegações.
O processo tramita na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro desde janeiro, e os próximos capítulos prometem trazer debates acalorados sobre contratos de imagem e direitos trabalhistas no futebol brasileiro.
Enquanto isso, a torcida e os fãs acompanham atentos cada movimento, lembrando que casos como esse mostram que, fora de campo, o futebol também é marcado por disputas milionárias e estratégias jurídicas.













