Faltando pouco mais de cinco meses para o começo da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti ganhou novas alternativas para o ataque da Seleção Brasileira — e a disputa por vaga está pegando fogo.
O cenário é o seguinte: a base do time titular parece bem encaminhada. Vini Jr. é nome forte, Matheus Cunha também, Estevão vem muito bem e Raphinha aparece muito bem cotado na briga por espaço.
Só que Ancelotti deixou claro um ponto: ele quer ter, entre as opções, um centroavante com presença de área. Aquele camisa 9 que vive dentro da área, briga com zagueiro e transforma cruzamento, rebote e bola parada em chance real de gol.
A ideia é simples: em Copa do Mundo, muita seleção joga fechada, com linha baixa, e o jogo trava. Um “9” de área pode destravar esse tipo de defesa, puxar marcação, abrir espaço para quem vem de trás e dar ao Brasil um plano B quando o drible não encaixa.
Com mais opções e estilos diferentes, a concorrência aumenta — e a Seleção ganha variedade para encarar qualquer tipo de adversário nos Estados Unidos, México e Canadá.
O cenário é o seguinte: a base do time titular parece bem encaminhada. Vini Jr. é nome forte, Matheus Cunha também, Estevão vem muito bem e Raphinha aparece muito bem cotado na briga por espaço.
Só que Ancelotti deixou claro um ponto: ele quer ter, entre as opções, um centroavante com presença de área. Aquele camisa 9 que vive dentro da área, briga com zagueiro e transforma cruzamento, rebote e bola parada em chance real de gol.
A ideia é simples: em Copa do Mundo, muita seleção joga fechada, com linha baixa, e o jogo trava. Um “9” de área pode destravar esse tipo de defesa, puxar marcação, abrir espaço para quem vem de trás e dar ao Brasil um plano B quando o drible não encaixa.
Com mais opções e estilos diferentes, a concorrência aumenta — e a Seleção ganha variedade para encarar qualquer tipo de adversário nos Estados Unidos, México e Canadá.












