Fala, galera ligada no esporte! O clima nos bastidores do São Paulo ficou ainda mais pesado depois de uma operação da Polícia Civil envolvendo a venda de camarotes no Morumbis.
Na manhã da última quarta-feira, dia 21, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências de três pessoas investigadas por suposto envolvimento nesse esquema de venda irregular de camarotes.
Foram alvos da operação: Douglas Schwartman, diretor de futebol de base do São Paulo; Mara Casares, ex-esposa do presidente Júlio Casares, que atuou como diretora feminina, cultural e de eventos do clube; e Rita Adriana, apontada pelas investigações como a pessoa que negociaria ilegalmente esses camarotes.
De acordo com a polícia, a apuração mira um possível esquema paralelo de comercialização de espaços no estádio, fora das normas e do controle oficial do clube. A investigação tenta entender quem lucrava com isso, como funcionava o esquema e se há mais gente envolvida.
O caso estoura num momento em que o torcedor já anda impaciente com o desempenho do time dentro de campo. Agora, além da bola não entrar, a crise institucional cresce e a pressão sobre a diretoria aumenta ainda mais.
E você, torcedor são-paulino: está mais preocupado com o time em campo ou com os problemas fora das quatro linhas lá no Morumbis?
Na manhã da última quarta-feira, dia 21, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências de três pessoas investigadas por suposto envolvimento nesse esquema de venda irregular de camarotes.
Foram alvos da operação: Douglas Schwartman, diretor de futebol de base do São Paulo; Mara Casares, ex-esposa do presidente Júlio Casares, que atuou como diretora feminina, cultural e de eventos do clube; e Rita Adriana, apontada pelas investigações como a pessoa que negociaria ilegalmente esses camarotes.
De acordo com a polícia, a apuração mira um possível esquema paralelo de comercialização de espaços no estádio, fora das normas e do controle oficial do clube. A investigação tenta entender quem lucrava com isso, como funcionava o esquema e se há mais gente envolvida.
O caso estoura num momento em que o torcedor já anda impaciente com o desempenho do time dentro de campo. Agora, além da bola não entrar, a crise institucional cresce e a pressão sobre a diretoria aumenta ainda mais.
E você, torcedor são-paulino: está mais preocupado com o time em campo ou com os problemas fora das quatro linhas lá no Morumbis?












