O Tribunal de Justiça de São Paulo negou nesta quarta-feira o pedido do São Paulo FC para alterar o formato da votação do impeachment do presidente Júlio Casares, marcada para esta sexta-feira, dia 16 de janeiro, às 18h30, no Salão Nobre do Morumbis.
O clube recorreu na última terça-feira após a concessão de uma liminar pela terceira vara civil do Butantã que modificou pontos cruciais do processo. Com a decisão judicial mantida, a oposição ao atual mandatário ganhou força e, segundo fontes ligadas ao Conselho Deliberativo, Casares deve ser afastado do cargo.
O QUE MUDA COM A LIMINAR
A liminar mantida pela Justiça estabelece duas mudanças principais que facilitam o impeachment:
Votação híbrida: até 25% dos conselheiros poderão votar de forma remota, e não apenas presencialmente como pretendia o clube;
Quórum reduzido: serão necessários 171 votos favoráveis ao impeachment (2/3 dos 254 conselheiros), ao invés dos 192 votos (75%) exigidos anteriormente.
CENÁRIO FAVORÁVEL À OPOSIÇÃO
Com as mudanças, a Frente Democrática — grupo oposicionista que move o processo — tem mais facilidade para alcançar o número mínimo de votos necessários para afastar Casares. A possibilidade de votação online amplia a participação dos conselheiros contrários à atual gestão.
Caso o impeachment seja aprovado, o primeiro vice-presidente Harry Massis assume interinamente o comando do São Paulo FC.
A votação acontece nesta sexta-feira, 16 de janeiro, e pode marcar o fim da era Júlio Casares no Tricolor Paulista.
O clube recorreu na última terça-feira após a concessão de uma liminar pela terceira vara civil do Butantã que modificou pontos cruciais do processo. Com a decisão judicial mantida, a oposição ao atual mandatário ganhou força e, segundo fontes ligadas ao Conselho Deliberativo, Casares deve ser afastado do cargo.
O QUE MUDA COM A LIMINAR
A liminar mantida pela Justiça estabelece duas mudanças principais que facilitam o impeachment:
Votação híbrida: até 25% dos conselheiros poderão votar de forma remota, e não apenas presencialmente como pretendia o clube;
Quórum reduzido: serão necessários 171 votos favoráveis ao impeachment (2/3 dos 254 conselheiros), ao invés dos 192 votos (75%) exigidos anteriormente.
CENÁRIO FAVORÁVEL À OPOSIÇÃO
Com as mudanças, a Frente Democrática — grupo oposicionista que move o processo — tem mais facilidade para alcançar o número mínimo de votos necessários para afastar Casares. A possibilidade de votação online amplia a participação dos conselheiros contrários à atual gestão.
Caso o impeachment seja aprovado, o primeiro vice-presidente Harry Massis assume interinamente o comando do São Paulo FC.
A votação acontece nesta sexta-feira, 16 de janeiro, e pode marcar o fim da era Júlio Casares no Tricolor Paulista.












