A Seleção Brasileira de Futebol segue como paixão nacional, mas já não une os torcedores como antes. Uma pesquisa do Centro de Estudos Aplicados de Marketing, da ESPM-SP, aponta sinais claros de desgaste na relação entre o time e a torcida.
Segundo o levantamento, 10% dos brasileiros afirmam que não vão torcer exclusivamente pelo Brasil na Copa do Mundo de 2026. O principal motivo é o desempenho recente da equipe, que tem gerado desconfiança.
Entre os torcedores mais críticos, a fidelidade cai ainda mais. E, em caso de eliminação, alguns já admitem mudar de lado, com preferência por seleções europeias e até pela rival Seleção Argentina de Futebol.
Um dos pontos centrais dessa divisão é Neymar. O camisa 10 segue como o nome mais influente, mas também o mais contestado: enquanto 56% o consideram indispensável, cerca de um terço não o convocaria.
Por outro lado, a esperança da torcida está na nova geração. Jovens como Endrick, Estêvão e Luiz Henrique surgem como apostas para renovar o time e reconquistar a confiança dos brasileiros.
Mesmo com críticas e uma avaliação média de 6,67, o sonho do hexacampeonato segue vivo: quase metade da torcida ainda acredita no título em 2026.
O desafio agora vai além das quatro linhas — é também reconectar a Seleção com o torcedor brasileiro.
Segundo o levantamento, 10% dos brasileiros afirmam que não vão torcer exclusivamente pelo Brasil na Copa do Mundo de 2026. O principal motivo é o desempenho recente da equipe, que tem gerado desconfiança.
Entre os torcedores mais críticos, a fidelidade cai ainda mais. E, em caso de eliminação, alguns já admitem mudar de lado, com preferência por seleções europeias e até pela rival Seleção Argentina de Futebol.
Um dos pontos centrais dessa divisão é Neymar. O camisa 10 segue como o nome mais influente, mas também o mais contestado: enquanto 56% o consideram indispensável, cerca de um terço não o convocaria.
Por outro lado, a esperança da torcida está na nova geração. Jovens como Endrick, Estêvão e Luiz Henrique surgem como apostas para renovar o time e reconquistar a confiança dos brasileiros.
Mesmo com críticas e uma avaliação média de 6,67, o sonho do hexacampeonato segue vivo: quase metade da torcida ainda acredita no título em 2026.
O desafio agora vai além das quatro linhas — é também reconectar a Seleção com o torcedor brasileiro.













